Nesta série de artigos tento fazer uma primeira
abordagem simplificada à questão do frentismo, criando um modelo
teórico provisório de análise dos movimentos sociais e frentistas.
Este modelo não terá o rigor e a profundidade desejáveis, mas
espera-se que um dia lá cheguemos.
Na sua fase actual, esta série é um work in
progress confrontado nas redes sociais – uma prática, pouco comum em Portugal, que
pretende tirar partido das redes sociais (confrontando
e pondo à prova as ideias
ainda numa
fase de construção)
e que belisca o conceito clássico
(isolacionista e burguês) de
autoria, repondo a
intenção original dos primórdios da rede digital.
[Actualizado em 26/Março/2013.
A versão anterior continha erros graves
que são agora corrigidos,
com reflexos nos textos subsequentes.]
A versão anterior continha erros graves
que são agora corrigidos,
com reflexos nos textos subsequentes.]

