Têm chovido, na rede digital, nos jornais e na vida real, os comentários de crítica, aborrecimento e até indignação perante o comportamento do QSLT.1 Parece estar em curso uma espécie de declaração de guerra.
Desgraçadamente esta coisa do QSLT está a criar azedumes que voltam a estilhaçar a esquerda e podem levar décadas a ser adoçados.
«Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa: salvar a humanidade.» - Almada Negreiros
28/04/13
07/04/13
Sobre o frentismo (parte 7)
Continuação da série sobre movimentos sociais e frentistas, tentando-se agora avançar para a aplicação do quadro teórico proposto na situação actual. Sem a leitura de pelo menos as secções 1-4 todo o texto que segue perde sentido, pois pressupõe tudo quanto foi enunciado na secção inicial.
Sobre o frentismo (parte 6)
Continuação da série sobre frentismo e movimentos sociais. Nesta secção aponta-se uma característica peculiar das estruturas sindicais. Tudo o que aqui se diz deve ser entendido à luz do quadro teórico estabelecido inicialmente (partes 1-4), para que não se gerem mal-entendidos.
21/03/13
Sobre o frentismo (parte 5)
Depois de estabelecermos um
quadro teórico provisório sobre frentismo e movimentos sociais,
vamos testá-lo em 3 casos concretos. A escolha desses casos não
obedece a outro critério além do razoável conhecimento do autor
deste texto sobre o que lá se passou.
[actualizado em 26/03/2013.
Depois da correcção de alguns erros graves nas secções 1-4,
esta secção teve de ser corrigida em conformidade.]
Depois da correcção de alguns erros graves nas secções 1-4,
esta secção teve de ser corrigida em conformidade.]
20/03/13
Partam-lhes as pernas!
[actualizado em 21/03/2013]
A seguir, após a instauração da democracia representativa e do estado de direito (1976), este mesmo povo sofreu durante 37 anos uma lavagem ao cérebro – foi-lhe continuamente inculcado que não está certo responder com firmeza e até com violência, se necessário, à violência exercida pelo Estado e pelo patronato.
18/03/13
Sobre o frentismo (partes 1-4)
Nesta série de artigos tento fazer uma primeira
abordagem simplificada à questão do frentismo, criando um modelo
teórico provisório de análise dos movimentos sociais e frentistas.
Este modelo não terá o rigor e a profundidade desejáveis, mas
espera-se que um dia lá cheguemos.
Na sua fase actual, esta série é um work in
progress confrontado nas redes sociais – uma prática, pouco comum em Portugal, que
pretende tirar partido das redes sociais (confrontando
e pondo à prova as ideias
ainda numa
fase de construção)
e que belisca o conceito clássico
(isolacionista e burguês) de
autoria, repondo a
intenção original dos primórdios da rede digital.
[Actualizado em 26/Março/2013.
A versão anterior continha erros graves
que são agora corrigidos,
com reflexos nos textos subsequentes.]
A versão anterior continha erros graves
que são agora corrigidos,
com reflexos nos textos subsequentes.]
11/03/13
Palavras tabu
Um belo dia, aliás fim de noite,
foram encontrar Tristan Tzara à porta do Cabaret Voltaire, a
caminhar furibundo de um lado para o outro da rua. O público já
tinha saído da sala, ordeiramente, satisfeito com o que tinha visto.
«Estamos a fazer qualquer coisa profundamente errado – queixava-se
Tzara –, o público já não nos parte a casa toda, como costumava
acontecer todas as noites.»1
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