Um belo dia, aliás fim de noite,
foram encontrar Tristan Tzara à porta do Cabaret Voltaire, a
caminhar furibundo de um lado para o outro da rua. O público já
tinha saído da sala, ordeiramente, satisfeito com o que tinha visto.
«Estamos a fazer qualquer coisa profundamente errado – queixava-se
Tzara –, o público já não nos parte a casa toda, como costumava
acontecer todas as noites.»1