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17/07/13

Um povo inteiro de fralda


Tem medo o presidente, tem medo o PS, tem medo a oposição de esquerda, tem medo a direita; tem medo o trabalhador, tem medo o precário, tem medo o desempregado. Toda a gente tem medo. Não por realismo. Apenas por cobardia.

Todos andam de fralda, por via de não se borrarem.

Dois parolos tacanhos sentados à mesa da RTP às 10 da noite urram de pânico

Dois parolos detentores ostensivos de tacanhez indómita, um respondendo ao nome de José Matos Correia e outro nem sei por que nome, deram às câmaras da RTP-notícias um enervante concerto de latidos e rosnidos. Pertencem ambos a uma elite de provincianos munidos de diploma com que ensopam no sovaco os suores frios. Em tudo fazem lembrar mortos-vivos foragidos duma campa de meados do século XIX, ou velhas caricaturas literárias da mesma época, tal é a incapacidade que têm de disfarçar os jogos de camarilha e compadrio que subservem com descaro façanhudo.