Subtítulo: Incels, fundamentalistas e autoritários em luta por uma masculinidade política
Ed. Zigurate, 2024. Trad. de Helena Araújo.
Quando um amigo me falou de A Revolta do Homem Branco, de Susanne Kaiser, despertou-me a curiosidade. Corri a comprar o livro e iniciei sofregamente a sua leitura, fascinado pela menção de uma série de fenómenos e ideias de que eu jamais ouvira falar: incels, «masculinidade política», Qanon, Proud Boys, movimento Boogaloo, «guerreiro xamanista», etc.


![Churrasco de palestino kosher numa comunidade judaica [imagem obtida por IA em www.canva.com]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgh0VQpjwPdq6vLWJcDCSi-Tc3wBDwqPrJfoFSKuGdo0SrYR4zZ_rdvbim7biuf7NijGZnld4h-iwha0jHq3bfU16-fcAm9myTM_uXOOFLT9Gr8VaofESawvn7ZVuW2F8LgFyot_rtpyGkePBuaXf-VEUTaFhJn3ENQD8nYkm6xtTyL0BkiC8kYtO27yYr8/w400-h268/palestino_assado_aldeia_judaica.jpg)


